Dia dos namorados para os sem-amor é martírio.
As flores perdem seu perfume, a cor se desbota, a musica se distorce.
O sol nasce em trevas. o frio dilacera coração que ainda pulsa por milagre, as lagrimas solitárias rolam tristes por não encontrar o afago para enxugá-las.
O vento uiva vazio no peito num ecoar triste de noite sem luar, o fogo congelado na sua mais sublime forma, a paixão não passa de mito.
Os olhos vagam longe a procura de nada, mas a esperança existe, todavia nada faz sentido.
E se encontra no espelho a imagem de um quem que ainda não teve a oportunidade de amar.
Não há amor...
Não há amor...
Não há amor...
Onde estão os sem-amor? Reunamo-nos e criemos uma nova forma de amar!
Joel Vermach

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